Família

Guarda e convivência: por que regularizar a rotina do seu filho

· 2 min de leitura · Xavier & Teixeira Advogados

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Os pais não estão juntos, cada um mora em uma casa, e a convivência com o filho vira motivo de briga. Quem mais sofre nessa disputa é a criança. Regularizar a guarda e a convivência é o que traz regras claras e paz para a rotina.

Guarda e convivência são coisas diferentes

Guarda é a responsabilidade pelas decisões da vida do filho, como escola, saúde e educação. Convivência, antes chamada de visitas, é o tempo que a criança passa com cada um dos pais.

A guarda compartilhada é a regra

Pela lei (art. 1.584 do Código Civil), a guarda compartilhada é a regra, mesmo quando os pais não se dão bem. Os dois decidem juntos sobre a vida do filho, e a criança tem um lar de referência. A guarda unilateral fica para situações excepcionais.

Compartilhar a guarda não é dividir o tempo pela metade

A guarda compartilhada trata das decisões. O tempo de convivência é definido conforme a rotina e o bem-estar da criança.

O que é bom deixar definido

  • Dias e horários de convivência durante a semana;
  • Fins de semana, feriados e datas especiais;
  • Férias escolares;
  • Quem leva e busca a criança;
  • Comunicação entre os pais sobre escola e saúde.

Sem regra, cada um faz do seu jeito

Sem a convivência regulamentada, um dos pais pode ser impedido de ver o filho, ou aparecer quando quiser. A regularização protege a criança e os dois lados.

Conteúdo informativo. Leis e entendimentos dos tribunais podem mudar, e cada situação precisa de análise individual.

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